
Vivemos tempos desafiadores. Uma época em que é comum nos adaptarmos a uma sociedade acelerada, ansiosa, normótica — isto é, funcionalmente doente. Em meio a tanta performance, controle e aparência, ser real se tornou um ato de coragem.
Este artigo é um convite para você compreender e experimentar três chaves essenciais para viver com mais verdade:
Self, Presença e a Arte Humilde.
O Self é o seu núcleo mais profundo. Ele não é um papel, nem uma identidade social.
É a consciência silenciosa por trás dos pensamentos, emoções e comportamentos.
Muitas tradições o reconhecem com diferentes nomes:
Despertar para o Self é se lembrar de quem você é antes dos condicionamentos, traumas e rótulos.
É viver a partir do centro, e não da periferia.
Quando você se conecta com o Self, algo muda:
✨ Você começa a ver o outro como extensão de si
✨ Perdoar se torna mais fácil
✨ As disputas perdem sentido
✨ A vida volta a fazer sentido
Marcus Aurelius, filósofo estoico, escreveu:
“Ame a arte humilde que você aprendeu, e descanse nela.”
Cada um de nós carrega um dom. Uma arte.
Algo que fazemos com prazer, que nos enche de vida.
E quando fazemos isso por amor e não por status, algo sagrado acontece.
A arte humilde pode ser tocar um instrumento, guiar um grupo, preparar um alimento, massagear um corpo, ouvir com presença ou escrever palavras que tocam.
Os maiores artistas e curadores não fazem por reconhecimento.
Eles fazem porque não fazer seria trair sua própria alma.
Cultivar sua arte é uma forma de se manter inteiro num mundo fragmentado.
Amy Cuddy, pesquisadora de Harvard, define presença como:
“Estar em sintonia com seus pensamentos, sentimentos e valores, e ser capaz de expressá-los com conforto.”
Presença não é carisma, nem performance.
É coerência. É estar inteiro no agora.
Quando estamos presentes:
Você não precisa ser confiante o tempo todo, mas pode habitar seu corpo e sua verdade, momento a momento.
E isso se treina. Respiração, valores, expansão corporal, silêncio — tudo isso cultiva presença.
Esses três elementos se entrelaçam:
Ser real é viver alinhado com tudo isso, mesmo quando o mundo tenta te empurrar para o automático.
Em uma sociedade que valoriza máscaras, estar inteiro é um ato revolucionário.
Se você sente o chamado para viver com mais autenticidade, menos ego e mais presença, estou aqui para caminhar ao seu lado. Seja através de sessões individuais, vivências em grupo ou eventos como o ConsentLab e o Sarau Corpo e Consciência.
Vamos juntos lembrar quem somos — e viver a partir desse lugar.
Com presença,
Guilherme Poyares